Área de atuação

Advogado cível em Vila Velha/ES para contratos, indenizações, imóveis, cobranças e família.

Contratos, dívidas, imóveis, indenizações, família e herança. É a área que organiza as relações entre pessoas e empresas — e a que mais depende de documento bem guardado e de decisão tomada no tempo certo. Este guia reúne o que mais vemos na prática e o que fazer em cada situação.

Em resumo

Direito Cível reúne as disputas entre particulares: danos e indenizações, relações de consumo, contratos, imóveis e posse, cobranças e execuções, além de família e sucessões.

O que é?
É a área que trata das relações privadas — responsabilidade civil, consumo, contratos, propriedade, família e sucessões — regidas principalmente pelo Código Civil e pelo CDC.
Quem procura?
Quem sofreu dano material ou moral, teve o nome negativado indevidamente, discute contrato, compra de imóvel, cobrança, divórcio, alimentos, guarda ou inventário.
Quais requisitos?
Para indenização: conduta ilícita, dano concreto e nexo causal, tudo demonstrado por documento. Nas cobranças, título e valor certo; nos imóveis, contrato e matrícula.
Quais documentos?
Contrato, extratos, comprovantes de pagamento, protocolos de reclamação, prints com data e URL, matrícula do imóvel, laudos e boletim de ocorrência.
Quais prazos?
Reparação civil prescreve em três anos; cobrança de dívida líquida em cinco; vícios de produto e serviço têm prazos de reclamação bem mais curtos.
Próximo passo
Reúna a documentação e solicite a triagem do caso: atendimento em Vila Velha/ES e on-line em todo o Brasil.
Panorama

O que é Direito Cível? O ramo que organiza patrimônio, contratos e relações de família.

O Direito Cível cuida das relações entre particulares: o que foi combinado, o que foi descumprido, o dano causado, o bem que se compra ou se herda e os vínculos de família. Ele não trata de punição estatal — trata de recompor o equilíbrio entre duas partes que, em tese, estavam em pé de igualdade quando negociaram.

Na prática, isso significa que o resultado depende quase inteiramente da prova. Contrato assinado, comprovante de pagamento, mensagem trocada, matrícula atualizada e protocolo de reclamação valem mais do que qualquer argumento posterior. Um caso cível se ganha, em boa medida, na organização documental feita antes da petição inicial.

No cível, quem tem documento tem tese. Quem tem só razão tem trabalho pela frente.

O que passa pelas nossas mãos

Em quais casos cíveis o escritório atua? cíveis do escritório.

Sem citar processos ou nomes: um retrato dos temas que mais se repetem na nossa atuação cível e do que costuma decidir cada um deles.

Maior volume

Responsabilidade civil e reparação de danos

Cobranças indevidas, negativação irregular em cadastro de inadimplentes, falha na prestação de serviço, acidentes de trânsito e descumprimento contratual com prejuízo material. É a fatia mais recorrente da carteira cível: casos em que existe um dano concreto, um responsável identificável e prova documental disponível desde o primeiro atendimento.

Recorrente

Relações de consumo

Bancos, financeiras, operadoras de telefonia, planos de saúde, companhias aéreas, construtoras e comércio eletrônico. Discutimos revisão de contrato bancário, cobrança de tarifas e seguros embutidos sem contratação, negativa indevida de cobertura, atraso na entrega de imóvel e produto com vício não resolvido no prazo legal.

Alta sensibilidade

Família e sucessões

Divórcio consensual e litigioso, partilha de bens, guarda e convivência, alimentos, reconhecimento e dissolução de união estável, inventário e testamento. São causas em que o resultado jurídico depende tanto da técnica quanto da condução — acordo bem redigido evita anos de execução e novas ações.

Patrimonial

Imobiliário e posse

Rescisão de compra e venda, distrato com devolução de valores, vícios construtivos, usucapião, regularização de matrícula, despejo, ações possessórias e conflitos de condomínio. Aqui o trabalho começa na análise documental: matrícula, contrato, comprovantes e cronograma de obra decidem a viabilidade antes de qualquer petição.

Estratégico

Cobranças e execuções

Execução de título extrajudicial, ação monitória, cumprimento de sentença e defesa de devedores em execuções abusivas. Do lado credor, a prioridade é localizar patrimônio cedo; do lado devedor, discutir excesso de execução, juros capitalizados e impenhorabilidade.

Preventivo

Contratos e consultoria

Elaboração e revisão de contratos de prestação de serviço, locação, parceria, compra e venda e distrato. Boa parte das ações cíveis que chegam ao escritório poderia ter sido evitada por três cláusulas: objeto claro, forma de rescisão e critério de reajuste ou multa.

Temas em profundidade

Três discussões que decidem o resultado de uma ação cível.

Responsabilidade civil5 min de leitura

Dano moral não é sorteio: ele se prova com documento e nexo

A pergunta mais frequente no primeiro atendimento cível é quanto vale um dano moral. A resposta honesta é que o valor é a última etapa. Antes dele vêm três verificações: houve conduta ilícita, houve dano que ultrapassa o mero aborrecimento e existe nexo entre um e outro. Quando essas três respostas são sim e estão documentadas, a indenização vem — e costuma vir acompanhada da reparação material, que muita gente esquece de pedir.

Na prática, o que muda o resultado é a prova produzida antes da ação: protocolo de reclamação com número e data, print com URL e horário, extrato mostrando o desconto, laudo, boletim de ocorrência, e-mails trocados. Registro de reclamação em canal oficial vale mais do que qualquer relato posterior — inclusive porque demonstra que a empresa teve chance de resolver e não resolveu.

Vale registrar o inverso: nem todo transtorno é indenizável. Atraso curto, fila, discussão sem consequência e descumprimento facilmente reparado tendem a ser tratados como aborrecimento cotidiano. Dizer isso ao cliente logo no início é parte do trabalho — poupa tempo, custo e frustração.

Negativação e cobrança4 min de leitura

Nome negativado por dívida que não é sua: o que fazer nas primeiras 48 horas

Fraude com dados de terceiros, cobrança de contrato já quitado e negativação sem notificação prévia formam um bloco constante das demandas cíveis do escritório. A urgência é real: crédito negado, financiamento travado e contrato de aluguel recusado acontecem enquanto a discussão corre.

O roteiro que orientamos é objetivo: extrair o relatório completo do órgão de proteção ao crédito, identificar o credor informante, registrar contestação por escrito com protocolo e guardar tudo. Esse conjunto sustenta o pedido de tutela de urgência para retirada imediata do apontamento, que normalmente é apreciado em poucos dias.

Um detalhe decide muitos casos: a ausência de comunicação prévia ao consumidor antes da inscrição. Ela, por si, é irregularidade autônoma. Já a existência de outra negativação legítima e anterior muda o cenário e pode afastar o dano moral — motivo pelo qual a análise do relatório completo vem sempre antes da petição.

Contratos e imóveis4 min de leitura

Distrato de imóvel na planta: quanto realmente volta ao bolso

Atraso de obra além do prazo de tolerância, mudança de projeto, metragem menor que a contratada e desistência por perda de renda são as portas de entrada mais comuns dessa discussão. O conflito raramente é sobre existir ou não devolução — é sobre o percentual retido, o prazo de restituição e a correção aplicada.

A leitura começa pelo contrato e pelo memorial: cláusula de tolerância, índice de reajuste, momento do repasse do financiamento e as multas previstas para cada lado. Em paralelo, verificamos se houve cobrança de comissão de corretagem e de taxa de assessoria sem informação clara, valores frequentemente restituíveis.

Quando o atraso é da construtora, o pedido muda de natureza: além da devolução integral em parcela única, cabe indenização pelo período de privação do imóvel. São teses diferentes, com provas diferentes, e escolher a errada custa meses.

Contratos

Quais cláusulas contratuais geram litígio? Quatro pontos onde a disputa quase sempre começa.

A maior parte das ações contratuais que recebemos não nasce de má-fé, e sim de contrato escrito às pressas. Revisar antes custa uma fração do que custa discutir depois.

01

Objeto mal descrito

Contrato que não define exatamente o que será entregue, em que prazo e com qual padrão de qualidade transforma qualquer divergência em prova pericial cara.

02

Rescisão sem regra

Ausência de cláusula de saída, aviso prévio e multa proporcional é a causa mais frequente de litígio entre partes que estavam de acordo até o último mês.

03

Reajuste e mora indefinidos

Índice omisso, juros fora do limite legal e multa cumulada com correção geram nulidade parcial e reduzem o que o credor efetivamente recebe.

04

Garantia frágil

Fiança sem qualificação completa, aval sem anuência do cônjuge e ausência de título executivo obrigam o credor a um processo de conhecimento inteiro antes de executar.

Recomendação prática: guarde todo o histórico de tratativas — proposta, mensagens, comprovantes e versões do contrato. Em disputa contratual, a cronologia documentada costuma valer mais do que a redação final isolada.

Família e sucessões

Vale a pena fazer acordo antes de processar? Acordo bem escrito hoje evita processo amanhã.

Divórcio, guarda, alimentos, união estável e inventário têm um traço em comum: o documento que encerra o caso será lido por anos. Por isso trabalhamos com partilha detalhada, plano de convivência escrito e critério objetivo de reajuste de alimentos — o que reduz drasticamente a chance de nova ação. Quando há consenso e nenhum herdeiro incapaz, a via extrajudicial em cartório resolve em semanas o que no Judiciário levaria muito mais tempo.

Quero orientação sobre meu caso
  • Divórcio com partilha de imóvel financiado ainda em nome dos dois e definição de quem assume as parcelas
  • Revisão de alimentos por mudança concreta de renda de quem paga ou de necessidade de quem recebe
  • Guarda compartilhada com plano de convivência escrito, incluindo férias, feriados e comunicação entre os pais
  • Reconhecimento e dissolução de união estável, com prova de convivência e definição do regime de bens aplicável
  • Inventário extrajudicial em cartório quando há consenso e nenhum herdeiro incapaz — mais rápido e mais barato
  • Sobrepartilha de bem descoberto depois de encerrado o inventário e regularização de imóvel sem escritura
Como conduzimos

Como funciona uma ação cível, da triagem documental até o valor levantado em conta.

01

Triagem documental honesta

Antes de estimar resultado, lemos contrato, extratos, prints, matrícula e comprovantes. Se o caso não tem prova, dizemos isso no primeiro encontro.

02

Tentativa real de solução

Notificação extrajudicial, contato com o setor jurídico da outra parte e proposta de acordo. Muitos casos cíveis fecham antes da ação, com menos custo e sem espera.

03

Ação com urgência bem instruída

Quando é preciso litigar, o pedido de tutela vai desde a inicial, com prova pré-constituída. Liminar não se conquista com narrativa, e sim com documento.

04

Execução até o dinheiro em conta

Sentença favorável é meio do caminho. Acompanhamos cumprimento, pesquisa de bens, penhora e levantamento — a fase que define se o direito virou resultado.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre prazos de prescrição, custas, indenizações e inventário.

Quanto tempo demora uma ação cível?

+

Depende da complexidade e da necessidade de perícia. Casos documentais simples, como negativação indevida, costumam ter sentença em primeiro grau em alguns meses, com decisão de urgência em dias. Discussões que exigem prova pericial, como vício construtivo, são naturalmente mais longas. Informamos a estimativa realista logo na análise inicial.

Preciso pagar custas para entrar com a ação?

+

Em regra sim, mas há duas alternativas: a gratuidade de justiça, para quem comprova insuficiência de recursos, e os Juizados Especiais Cíveis, isentos de custas em primeiro grau para causas de menor valor. A escolha da via faz parte da estratégia e é discutida antes do ajuizamento.

Tenho prazo para cobrar uma dívida ou pedir indenização?

+

Sim. A pretensão de reparação civil prescreve em três anos, cobranças de dívidas líquidas em cinco anos e vícios de produto ou serviço têm prazos de reclamação bem mais curtos, contados da entrega ou da constatação do defeito. Adiar a procura por orientação é o erro que mais fecha portas.

Vale a pena tentar acordo antes de processar?

+

Quase sempre. Acordo bem redigido resolve mais rápido, custa menos e é executável como título. O que não recomendamos é acordo assinado sem análise: quitação ampla, renúncia a direitos futuros e parcelamento sem garantia são armadilhas comuns em minutas apresentadas pela outra parte.

O escritório atua em inventário e divórcio consensual?

+

Sim. Quando há consenso e nenhum herdeiro incapaz, conduzimos inventário e divórcio pela via extrajudicial, em cartório, com prazo bem menor. Havendo divergência, seguimos pela via judicial com o mesmo cuidado na partilha e na definição de guarda e alimentos.

O atendimento é presencial?

+

Atendemos presencialmente em Vila Velha/ES e de forma on-line em todo o Brasil, com análise documental remota, assinatura eletrônica e acompanhamento integral do processo à distância.

Tem um contrato, uma cobrança ou um imóvel tirando seu sono?

Envie o contrato, o comprovante ou a notificação. Fazemos a leitura dos documentos, dos prazos em curso e do caminho mais rápido para resolver — com ou sem processo.

Quero uma análise cível

Fontes e legislação citadas

O conteúdo desta página é baseado na legislação em vigor. Consulte os textos oficiais:

Última revisão de conteúdo: . Este conteúdo é informativo e não substitui a análise individual do caso.

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